Radio Católica On-line

Homens a Luz de Deus.

Aleluia! Tu é abênçoado, e a sua Graça ja estar sendo preparada por Jesus, chegará em uma boa hora, pois ele conhece o teu coração e seus problemas, ele sofre com vc, ele se alegra com vc, mais aquele seu desejo, será agora atendido, espere que um anjo trará sua Graça, apenas agradeça ao Senhor e assim que receber, fale em seu pensamento. AMEM !

2010/04/20

Congresso Eucarístico Nacional tem tudo a ver com os 50 anos de Brasília, diz dom João Braz de Aviz


“O 16° Congresso Eucarístico Nacional será um momento de celebrar o jubileu da arquidiocese juntamente com os 50 anos da cidade de Brasília, porque a história dessa capital tem tudo a ver com a história do nascimento da Igreja particular de Brasília”. A afirmação é do arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz, durante a coletiva de imprensa que aconteceu na tarde desta terça-feira, 13, na cúria metropolitana.

Dom João comentou que foi secretário do 13º Congresso Eucarístico de Vitória (ES) e que o acontecimento mudou a cara da cidade durante a semana do evento. Ele destacou que sua pretensão, desde que chegou a Brasília, em 2004, é fazer um Congresso que marque também os 50 anos da capital. “Eu pensei para o aniversário de 50 anos de Brasília um acontecimento religioso que marcasse a cidade da mesma forma que o 13º Congresso mudou a cara de Vitória. Até mesmo o prefeito da cidade na época, hoje governador do estado, afirmou que o município viveu um ‘estado de graça’ nos dias do CEN. Impressionou a quantidade de violência que diminui em Vitória durante o evento”.

O arcebispo também falou sobre a programação do CEN. “A Esplanada dos Ministérios”, disse ele, “será um dos centros do evento ao longo dos dias 13 e 16 de maio”. O altar-monumento, com 23 metros de altura e 150 de largura, construído em frente ao Congresso Nacional, já está quase pronto para receber cerca de 300 bispos e 2 mil sacerdotes durante as celebrações. “Ali vamos realizar grandes celebrações eucarísticas e momentos de reuniões. Contamos com a participação de 300 mil pessoas ao longo do Congresso”, antecipou o arcebispo.

Para dom João, os 50 anos da capital brasileira representa muito também na vida da Igreja. Ele relembrou um pouco dessa história e ligação da Igreja com a nova capital, logo quando foi anunciada a construção de Brasília. “Celebrar o Congresso Eucarístico Nacional em Brasília no aniversário de 50 anos da capital é muito importante porque Brasília vai ser também a capital nacional da eucaristia e isso relembra grandes acontecimentos, pois nossa Igreja particular não existiria sem a capital e essa visão nós trazemos para o Congresso. É importante ressaltar também que a cidade, desde seu nascimento, teve um rosto voltado para a Igreja, algo importante que o Congresso irá resgatar com exposições, fotografias históricas”, disse dom João.

Outro ponto destacado pelo arcebispo é a participação do enviado da Santa Sé ao Congresso, o cardeal prefeito da Congregação para o Clero, dom Claudio Hummes. Ele vai participar de seis atividades durante o evento. Sobre a participação de outros bispos, dom João disse que a maioria, cerca de 300 a 350 bispos, deverá participar do Congresso, isso porque a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vai acontecer entre os dias 4 e 10 de maio, em Brasília, possibilitando assim a participação dos prelados no 16º CEN.

Simpósio de Teologia e Bioética

Nos dois primeiros dias, o Centro de Convenções Ulisses Guimarães receberá os simpósios de Teologia e Bioética. Os eventos terão como foco o tema “Pão da Unidade dos Discípulos Missionários” e o lema “Fica conosco, Senhor!”. Segundo dom João, os dois simpósios trarão para o Congresso temas ligados ao atual cenário político e social brasileiro, bem como a concepção da vida até a morte natural.

Fonte: Site CNBB

VOCAÇÃO: Chamamento de Deus


Padre Inácio José do Vale, OSBM

“O Senhor concedeu a uns para ser apóstolos, a outros profetas, a outros evangelistas, a outros pastores e mestres, para aperfeiçoar os santos em vista do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo” (Ef 4, 11.12).

A palavra vocação vem do latim vocare, que quer dizer: convocar, chamar, escolher. Em geral é o chamado feito por Deus a determinada alma. Desde que a vida está sob a providência de Deus, as circunstancias da vida estão em funcionamento da vocação de cada um (1 Cor 7,20).

Em sentido teológico, vocação significa o chamamento de Deus a uma alma determinada para a vida religiosa ou ao sacerdócio.

Consiste nos três seguintes elementos;

1. Aptidão física, moral e intelectual para a vida escolhida, isto é, a pessoa deve ter saúde, estabilidade moral e inteligência suficiente para levar a vida que deseja abraçar.

2. Reta intenção, isto é, o desejo de abraçar a vida religiosa ou o sacerdócio, baseado em motivo reto e bom, que poderá ser, por exemplo, servir a Deus, salvar a própria alma mais seguramente, ajudar na salvação dos outros, etc.

3. Aceitação do candidato pela comunidade religiosa ou pelo bispo. Estes três elementos constituem a vocação divina. Como todos três dependem da providência de Deus, a vocação pode-se dizer “chamamento de Deus”.

O despertar vocacional é um caminho lindo que precisamos trilhar a fim de levar uma vida feliz. Este caminho é composto por algumas fases, com assinalamos a seguir.

ESCUTAR

É preciso estar atento à voz de Jesus Cristo que fala de diversos modos. Pode ser durante uma missa, através da homilia; numa palavra proclamada que salta ao coração; ao ler a Bíblia antes de ir dormir.

Jesus é capaz de falar coração de maneira inesperada. Mas escutar o que ele fala não é tudo, é preciso responder Àquele que fala, ou seja, participar ativamente do despertar vocacional.

PARTICIPAR

Somente quem é que da chance a si mesmo de despertar a própria vocação. Portanto, é preciso participar ativamente no processo do discernimento vocacional. Essa atitude ajuda a descobrir a vida plena. Vale a pena fazer este caminho.

PERSEVERAR

Jesus Cristo não se cansa de chamar. Em sua Igreja sempre há lugar para servir. Aquele que escutar a voz do Senhor precisa manter viva esta chama interior. Não deixar que outras vozes ocupem o lugar da voz de Jesus. Para isso existem meios concretos. Por exemplo, se inserir numa das diversas pastorais da Igreja.

OBSERVAR

Olhando com amor para a história de vida, procurar descobrir os momentos onde Jesus falou ao coração de modo mais intenso. Este auto-conhecimento é indispensável no processo de discernimento vocacional. Tal dinâmica nunca acontece num “mundinho” fechado, ao invés, ela se dá em diversos níveis de convivência: familiar, escolar, comunidade paroquial, grupo de amigos, local de trabalho etc. Jesus fala através das pessoas que estão ao nosso lado.

ORAR

Finalmente, o processo de discernimento vocacional não pode ser feito sem oração. A oração é um meio privilegiado de crescimento espiritual que nos proporciona intimidade maior com Jesus e desperta a sensibilidade do coração para as necessidades dos que sofrem. A oração perseverante leva a uma sintonia com os sentimentos mais íntimos e conseqüentemente com o apelo de Jesus. Mas como se aprende a orar? Orar se aprende orando. Ainda que às vezes o cansaço ou uma secura interior dê a impressão de que Jesus esta distante, não desistas da oração. Jesus esta ao seu lado, ou melhor, em seu interior. Basta silenciar o coração e deixar que ele fale: “Vem, segue-me e ide” (Mt 4, 19.20;28,19), “VEM, SEGUE-ME E IDE”, é o lema de Cristo para radicalidade do apostolado do Reino de Deus. “Quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus” (Lc 9,62). “Sê fiel até à morte, e eu te darei a coroa de vida” (Ap 2,10).

CONCLUSÃO

Neste momento devemos estar nos perguntando: “O que é vocação? Qual o sentido verdadeiro?” E chegamos a uma resposta: Vocação é um chamado de Deus, para exercermos uma determinada missão em nossa vida e caminhada, trabalhando com o que fomos escolhidos a realizar.

A vocação é o despertar em nosso intimo o amor pelo que fazemos pelo que assumimos verdadeiramente com servos que somos do bom Deus.

Em ‘Caminho de Perfeição’, escreve Santa Teresa de Ávila para as monjas descalças de Nossa Senhora do Carmo: “Ó irmãs, entendei, por amor de Deus a grande graça que o Senhor concedeu às que trouxe para cá, e que cada uma pense nisso profundamente consigo mesma: sendo apenas doze, quis Sua Majestade que cada uma de vós fosse uma delas”.

É o bom Deus que nos escolhe por amor a uma santa vocação. E nós respondemos pela graça de Cristo.

O bom Deus desperta em você o chamado vocacional e espera que você atenda o Seu chamado amorosamente. E tudo para o Senhor Deus acontece com total liberdade. “Onde se acha o Espírito do Senhor ai está á liberdade” (2 Cor 3,17).

Deixe-mo-nos amar pelo bom Deus nos mais profundo ser da nossa vocação. Esse amor a nossa chamada é de eterna graça e alegria.

A vocação é uma santa missão para a nossa feliz realização, para transformar vidas e para glória da Santíssima Trindade.

Pe. Inácio José do Vale

Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo

Professor de História da Igreja

Pregador de Retiros Espirituais

Email: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

Fonte

Divina Misericórdia, novembro de 2009, p.5.

Obras Completas, Teresa de Jesus.

São Paulo: Edições Carmelitanas e Loyola, 1995, p.326.

2010/04/18

O que é Vocação?


O que é Vocação?
06-Ago-2008
De acordo com o dicionário da língua portuguesa, Vocação significa “Talento”. Para nós cristão, o significado de vocação vai bem mais além do que um simples talento. Em nossa enquete passada, com a pergunta: “O que você entende por Vocação?”, a maioria respondeu perfeitamente que “Vocação é um chamado de Deus para um caminho religioso, que é atribuído para desempenhar funções em nossa missão para a construção do seu Reino".

Vocação é um dom que recebemos de Deus para bem realizarmos nosso papel na evangelização de seus filhos, a cada um é dado um dom. Deus nos deixou 07 Dons: Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus.

São Paulo, em sua carta aos Coríntios, cita alguns dos carismas que são provenientes dos Dons: “A cada um é dada à manifestação do Espírito para proveito comum. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como lhe apraz.” (I Cor 12,7-11).

Todos nós nascemos com uma vocação, Deus nos dá a vocação de acordo com a nossa necessidade. Você deve estar se perguntando: “Sim, ele falou, falou, mas não disse qual é a minha vocação?”. Nossa vocação é revelada através do Espírito Santo. “Sim, certo, mas como o Espírito Santo irá revelar a minha vocação?”. É bem simples, através da oração, do jejum, do anúncio do Evangelho, da Sagrada Eucaristia e, principalmente, através do Sacramento do Crisma . E através do Espírito Santo, somos capacitados para com nossa vocação seguir nossa missão, como construtores do reino de Deus.

“O Batismo , a Crisma e a Eucaristia são os Sacramentos da iniciação cristã, por isso, são a base da vocação comum de todos os discípulos de cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria” (CIC 1533).

Tipos de vocação de acordo com o CIC:

■Vocação da Humanidade: consiste em manifestar a imagem de Deus e ser transformada à imagem do Filho único do Pai. Esta vocação implica uma dimensão pessoal, pois um é chamado a entrar na bem-aventurança divina, mas concerne também ao conjunto da comunidade humana.
■Vocação dos Leigos: é especifico dos leigos, por sua própria vocação, procurar o Reino de Deus exercendo funções temporais e ordenando-as segundo Deus.
■Vocação para a Castidade: castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A virtude da Castidade comporta, portanto, a integridade da pessoa e a integralidade da doação.
■Vocação para o Amor: Deus, que criou o homem por amor, também o chamou para o amor, vocação fundamental e inata de todo ser humano. Pois o homem foi criado á imagem e semelhança de Deus, que é Amor. Tendo-os Deus criado homem e mulher, seu amor mútuo se torna uma imagem do amor absoluto e infalível de Deus pelo homem.
■Vocação para o Apostolado: toda a Igreja é apostólica na medida em que, por meio dos sucessores de S. Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é ‘enviada’ ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. “A vocação cristão é também por natureza vocação ao apostolado”. Denomina-se “apostolado” “toda a atividade do Corpo Místico” que tende a “estender o reino de Cristo a toda a terra”.
■Vocação ao Casamento: a intima comunhão de vida e de amor conjugal que o Criador fundou e dotou com suas leis é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, pelo consentimento pessoal irrevogável. A vocação para o Matrimônio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, conforme sairão da mão do Criador. “A salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar”. “Esse amor é bom, muito bom, aos olhos do Criador, que é amor” (I Jo 4,8.16). E esse amor abençoado por Deus é destinado a ser fecundo e a realizar-se na obra comum de preservação da criação: “Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a”. (Gn 1,28).
■Vocação Sacerdotal: os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, “pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja”. Por sua vez, “os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial”. A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico.
E não podemos falar de vocação sem falar da vocação de Maria. Para ser a Mãe do Salvador, Maria “foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função”. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse totalmente sob moção da graça de Deus. E se tornou o modelo de vocação perfeita, através da unção do Espírito Santo.



Oração pelas Vocações

Senhor da Messe, Pastor do Rebanho,
Faz ressoar em nossos ouvidos
Teu forte e suave convite:
"Vem e segue-me!"
Derrama sobre nós o Teu Espírito,
Que Ele nos dê sabedoria
Para ver o caminho,
E generosidade para seguir Tua voz!

Senhor, que a messe não se perca
Por falta de operários!
Desperta nossas comunidades para a Missão!
Ensina nossa vida a ser serviço!
Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino
Na vida consagrada e religiosa!

Senhor, que o Rebanho não pereça
Por falta de Pastores!
Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
Padres, diáconos e ministros!
Dá perseverança a nossos seminaristas!
Desperta o coração de nossos jovens
Para o ministério pastoral em Tua Igreja!

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
Chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho,
Ajuda-nos a responder: "SIM". - Amém.



Projeto de Evangelização Anjos de Jesus
formacao@anjosdejesus.comEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Amar a Deus sobre todas as Coisas




Amar a Deus sobre todas as coisas, servir a Deus e servir com gratidão as suas perfeições.

Nós, cristãos somos cumulados de bênçãos e alegrias, principalmente por sermos amados por Deus que esta sempre acima de tudo e sobre os nossos corações. Quando tomamos posse da graça de Deus as coisas vão sendo clareadas a nossa volta e nos alegramos por estarmos sobre a proteção do Altíssimo.

Paz e Bem

2010/04/10


Permalink: http://www.zenit.org/article-22362?l=portuguese

Bento XVI: Maria e o sacerdócio


Audiência geral em Castel Gandolfo




CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 12 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Na manhã de hoje, Bento XVI falou aos peregrinos do balcão do pátio interno do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, na audiência geral de quarta-feira.

Após a audiência, cantou-se o Pater Noster e foi dada a Bênção Apostólica. Em seguida, o Papa foi ao balcão do pátio exterior do Palácio Apostólico, para saudar e abençoar outro grande grupo de fiéis.

Publicamos as palavras do Santo Padre na audiência.

* * *

Queridos irmãos e irmãs,

é iminente a celebração da Solenidade da Assunção da Virgem Maria, no sábado, e nós estamos no contexto do Ano Sacerdotal; então eu gostaria de falar sobre a relação entre Maria e o sacerdócio. É uma relação profundamente enraizada no mistério da Encarnação. Quando Deus decidiu tornar-se homem no seu Filho, ele precisava do "sim" de uma criatura livre. Deus não age contra nossa liberdade. E sucede uma coisa verdadeiramente extraordinária: Deus se faz dependente da liberdade, do "sim" de uma criatura, espera este "sim". São Bernardo de Claraval, em uma de suas homilias, explicou de modo comovente este momento decisivo da história universal, onde o céu, a terra e o próprio Deus esperam a palavra desta criatura.

O "sim" de Maria é a porta através da qual Deus é capaz de entrar no mundo, fazer-se homem. Então Maria é verdadeira e profundamente envolvida no mistério da Encarnação, de nossa salvação. E a Encarnação, o fazer-se homem do Filho, foi concebida a partir da doação de si; o doar-se com muito amor na Cruz, para tornar-se pão para a vida do mundo. Assim, sacrifício, sacerdócio e a Encarnação caminham juntos, e Maria está no centro deste mistério.

Voltemo-nos agora para a Cruz. Jesus, antes de morrer, vê sob a Cruz a Mãe, e vê o filho amado, e este filho amado é certamente uma pessoa, alguém muito importante, mas é mais: é um exemplo, uma prefiguração de todos os discípulos amados, de todas as pessoas chamadas pelo Senhor para ser "discípulo amado" e, consequentemente, de maneira particular os sacerdotes. Jesus diz a Maria: "Mãe, eis o teu filho" (Jo 19, 26). É uma espécie de testamento: confia à mãe a guarda do filho, o discípulo. Mas também diz ao discípulo: "Eis a tua mãe" (Jo 19, 27). O Evangelho nos diz que, a partir desse momento, São João, o filho amado, levou a mãe Maria “para a sua casa”. Assim é na tradução italiana, mas o texto grego é muito mais profundo, muito mais rico. Podemos traduzir: levar Maria no íntimo de sua vida, de seu ser, eis tà ìdia, na profundidade do seu ser. Levar consigo Maria significa introduzi-la na dinâmica completa da própria existência –não é algo exterior– e em tudo o que constitui o horizonte de seu apostolado. Assim se compreende portanto como a peculiar relação de maternidade existente entre Maria e os sacerdotes constitui a fonte primária, a razão fundamental da predileção que ela tem por cada um deles. Maria os prefere, de fato, por duas razões: porque eles são mais parecidos com Jesus, amor supremo de seu coração, e também porque, como Ele, estão envolvidos na missão de proclamar, testemunhar e dar Cristo ao mundo. Pela própria identificação e conformação sacramental a Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, cada sacerdote pode e deve sentir-se realmente filho amado desta suprema e humilde Mãe.

O Concílio Vaticano II convida os sacerdotes a olhar para Maria como o modelo perfeito da própria existência, invocando-a como "Mãe do sumo e eterno Sacerdote, como rainha dos Apóstolos, auxílio do seu ministério". E os padres –prossegue o Concílio– "devem amá-la e venerá-la com devoção e culto filial” (cfr. Presbyterorum ordinis, 18). O Santo Cura d'Ars, em quem pensamos em particular neste ano, gostava de repetir: "Jesus Cristo, depois de ter-nos dado tudo que podia dar, quer ainda tonar-nos herdeiros daquilo que ele tinha de mais precioso, sua Santa Mãe" (B. Nodet, Il pensiero e l’anima del Curato d’Ars, Torino 1967, p. 305). Isso vale para cada cristão, para todos nós, mas de modo especial para os sacerdotes. Queridos irmãos e irmãs, rezemos para que Maria volte-se para todos os sacerdotes, em todos os problemas do mundo de hoje, conforme à imagem de Seu Filho Jesus, dispensadores do inestimável tesouro de seu amor de Bom Pastor. Maria, Mãe dos sacerdotes, rogai por nós!

[Traduzido do italiano por Alexandre Ribeiro]

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana

Ser Luz de Deus no chamado


Quando o senhor nos chama pelo nome, Ele nos convida a ser-mos um assim como Ele é com o Pai.

No Chamado somos convocados a por a mão no arado e não olhar mais para traz.

Somos chamados a ser LUZ do Mundo. Mostrar aos irmãos o quanto Deus os ama e o quanto Deus os quer no caminho. No caminho da Salvação e do Perdão, no caminho que os conduza com fé e sabedoria rumo a garça almejada por todos os que se dizem amar a Deus acima de todas as coisas.

Por amor a Cristo devemos abrir mão dos nossos sonhos, porque Jesus é o nosso próprio desejo, Ele nos alimenta de paz, alegrias e felicidades.

Quando nos aproximamos de Deus, Ele se deixa aproximar de Nós com amor e por amor.

Assim nos tornamos um na Eucaristia com o Sagrado que se Fez homem e padeceu pelos nossos pecados para também se mostra como LUZ.

Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida.

Ronaldo Alves

Clamor a Deus e a Sua Santa Misericórdia por minha Vocação.

Clamor a Deus e a Sua Santa Misericórdia por minha Vocação.



O que queres de mim, Senhor?
O que queres da minha vida?
Qual é o caminho que eu tenho que seguir?
Qual é o meu chamado, a minha missão em Ti?
O que queres da minha casa?
Em que sonhos podemos investir?
Qual é a história que tu queres escrever pra mim?
Pra que essa geração te ouça
E também responda “eis-me aqui...”
Toca em minha vida, toca em minhas mãos
Toca em meus lábios, Senhor
Toca em minha casa
Com a Tua brasa de fogo purificador
Toca em meus olhos, toca em meus ouvidos
Toca em cada sentido meu
Pra que as famílias troquem o pecado
Pela santidade de Deus
Toca em minha vida, toca em minha casa
Toca em Tua igreja com a tua brasa
Toca em minha vida, toca em minha casa
Toca em Teus filhos, Senhor, com o Teu amor.

Passa a frente Senhor, com Teu Poder
Que ao invez de ser Condenado
Alguem possa me amar
Para que assim eu possa também amar aos Seus.
Em tuas Mãos Senhor eu coloco
A minha Vocação, meu coração
MEU SIM.
Eu quero ser, um simples Servo
Em Nome dos que a Ti confiam
Eu coloco sobre a vossa Orla o meu SIM.
Coloco os meus desejos
As minhas Vontades
A minha história
O meu SIM.

Que a Igreja, Senhor, possa olhar para mim
Não com indiferença e sim
Com amor de Mãe para com filho
Os tempos são remotos
Os perseguidores estão tentando destruir
A nossa fé.

Mas, eu tenho fé
Eu acredito
No que prometestes a todos os que o Encontrou
Farei de Ti, Pescadores de Almas.
EIS-ME AQUI SENHOR.





Ronaldo Alves

2009/09/28

Sacerdote: chamado, consagrado e enviado


Sacerdote: chamado, consagrado e enviado
16/09/2009 por Everth Queiroz Oliveira
[Aproveitando o contexto do Ano Sacerdotal publico aqui as palavras do Santo Papa João Paulo II em sua viagem ao Brasil no ano de 1980 durante uma missa na cidade maravilhosa. Ele fala sobre três aspectos importantes do sacerdócio: que ele é um ministério que reflete o chamado de Deus, a consagração do sacerdote e o seu envio missionário. São reflexões importantes sobre o sacerdócio: dica para os sacerdotes nesse ano dedicado especialmente a eles. Que Deus se digne conceder ao clero católico no mundo inteiro uma conversão frutuosa, que seja fonte de crescimento espiritual para o povo de Deus. Boa leitura!]

Trecho da homilia do Papa João Paulo II em Viagem Apostólica ao Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, em 1980
Fonte: Vaticano
(…)
2. “Quem sou eu? Que se requer de mim? Qual é a minha identidade?”. É esta a pergunta ansiosa que mais frequentemente se põe hoje o sacerdote, certamente não a salvo dos contra choques da crise de transformação que abala o mundo.
Vós, caríssimos filhos, não sentis certamente a necessidade de fazer-vos estas perguntas. A luz que hoje vos invade vos dá uma certeza quase sensível daquilo que sois, daquilo a que fostes chamados. Mas pode acontecer que encontreis, amanhã, irmãos no sacerdócio, que, em meio à incerteza, se interrogam sobre a própria identidade. Pode acontecer que, adormecido e distante o primeiro fervor, chegueis também vós, um dia, a vos interrogar. Por isso, eu gostaria de propor-vos algumas reflexões sobre a verdadeira fisionomia do sacerdote, que servissem de poderoso auxílio para a vossa fidelidade sacerdotal.
Não é decerto nas ciências do comportamento inumano, nem nas estatísticas sócio-religiosas que procuraremos a nossa resposta, mas sim, em Cristo, na Fé. Interrogaremos humildemente o Divino Mestre e perguntaremos a Ele quem somos nós, como Ele quer que sejamos, qual é, diante d’Ele, a nossa verdadeira identidade.
3. Uma primeira resposta nos é dada imediatamente: somos chamados. A história do nosso sacerdócio começa por um chamamento divino, como aconteceu com os Apóstolos. Na escolha deles, é manifesta a intenção de Jesus. É Ele quem toma a iniciativa. Ele mesmo o fará notar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15, 16). As cenas simples e enternecedoras que nos apresentam o chamado de cada discípulo revelam a atuação precisa de escolhas determinadas (cf. Lc 6, 13), sobre as quais é útil meditar.
Quem escolhe Ele? Não parece que Ele considere a classe social dos seus eleitos (cf. Mt 8, 19-22), nem que conte com entusiasmos superficiais. Uma coisa é certa: somos chamados por Cristo, por Deus. O que quer dizer, somos amados por Cristo, amados por Deus. Pensamos nisto bastante? Na realidade, a vocação ao sacerdócio é um sinal de predileção da parte d’Aquele que, escolhendo-vos entre tantos irmãos, vos chamou a participar, de um modo todo especial, da sua amizade: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que fez o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15, 15). O nosso chamamento ao Sacerdócio, assinalando o momento mais alto no uso da nossa liberdade, provocou a grande e irrevogável opção da nossa vida e, portento, a página mais bela na história da nossa experiência inumana. Nossa felicidade consiste em não depreciá-la jamais!
4. Com o rito da Sagrada Ordenação sereis introduzidos, filhos caríssimos, em um novo gênero de vida, que vos separa de tudo e vos une a Cristo com um vínculo original, inefável, irreversível. Assim, a vossa identidade se enriquece com uma outra nota: sois consagrados.
Esta missão do Sacerdócio não é um simples título jurídico. Não consiste apenas num serviço eclesial prestado à comunidade, delegado por ela, e por isso revogável pela mesma comunidade ou renunciável por livre escolha do “funcionário”. Trata-se, ao contrário, de uma real e íntima transformação por que passou o vosso organismo sobrenatural por obra de um “sinete” divino, o “caráter”, que vos inabilita a agir “in persona Christi” (nas vezes de Cristo), e por isso vos qualifica em relação a Ele como instrumentos vivos da sua ação.
Compreendeis agora como o sacerdote se torna um “segregatus in Evangelium Dei” (escolhido para anunciar o Evangelho de Deus) (cf. Rm 1,1), não pertence mais ao mundo, mas se acha doravante num estado de exclusiva propriedade do Senhor. O caráter sagrado o atinge em tal profundidade que orienta integralmente todo o seu ser e o seu agir para uma destinação sacerdotal. De modo que não resta nele mais nada de que possa dispor como se não fosse sacerdote, ou, menos ainda, como se estivesse em contraste com tal dignidade. Ainda quando realiza ações que, por sua natureza são de ordem temporal, o sacerdote é sempre o ministro de Deus. Nele, tudo, mesmo o profano, deve tornar-se “sacerdotalizado”, como em Jesus, que sempre foi sacerdote, sempre agiu como sacerdote, em todas as manifestações de sua vida.
Jesus nos identifica de tal modo consigo no exercício dos poderes que nos conferiu, que a nossa personalidade como que desaparece diante da sua, já que é Ele quem age por meio de nós. “Pelo Sacramento da Ordem disse alguém com justeza, o sacerdote se torna efetivamente idôneo a emprestar a Jesus nosso Senhor a voz, as mãos e todo o seu ser. É Jesus quem, na Santa Missa, com as palavras da consagração, muda a substância do pão e do vinho na do seu corpo e do seu sangue” (cf. I. Escrivà de Balaguer, Sacerdote per l’eternità, Milano 1975, p. 30). E podemos continuar. É o próprio Jesus quem, no Sacramento da Penitência, pronuncia a palavra autorizada e paterna: “Os teus pecados te são perdoados” (Mt 9, 2; Lc 5, 20; 7, 48; cf. Jo 20, 23). É Ele quem fala quando o sacerdote, exercendo o seu ministério em nome e no espírito da Igreja, enuncia a palavra de Deus. É o próprio Cristo quem tem cuidado dos enfermos, das crianças e dos pecadores, quando os envolve o amor e a solicitude pastoral dos ministros sagrados.
Como vedes, encontramo-nos aqui nas culminâncias do sacerdócio de Cristo, do qual nós somos partícipes, e que fazia o autor da Carta aos Hebreus exclamar: “… grandis sermo et ininterpretabilis ad dicendum” (teríamos muitas coisas a dizer sobre isso, e coisas difíceis de explicar) (Hb 5, 11).
A expressão “Sacerdos alter Christus” (o Sacerdote é um outro Cristo), criada pela intuição do povo cristão, não é um simples modo de dizer, uma metáfora, mas sim, uma maravilhosa, surpreendente e consoladora realidade.
5. Este dom do Sacerdócio, lembrai-vos sempre disto, é um prodígio que foi realizado em vós mas não para vós. Ele o foi para a Igreja, o que quer dizer, para o mundo a ser salvo. A dimensão sagrada do sacerdócio é totalmente ordenada à dimensão apostólica, isto é, à missão, ao ministério pastoral. “Como o Pai me enviou, assim Eu vos envio” (Jo 20,21).
O sacerdote é, portanto, um enviado. Eis uma nova conotação essencial da identidade sacerdotal.
O sacerdote é o homem da comunidade, ligado de forma total e irrevogável ao seu serviço, como o Concílio o ilustrou claramente (cf. Presbyterorum Ordinis, 12). Sob este aspecto, vós sois destinados ao cumprimento de uma dupla função, que bastaria, ela só, para uma infindável meditação sobre o Sacerdócio. Revestindo a pessoa de Cristo, exercitareis de alguma forma a sua função de mediador. Sereis intérpretes da palavra de Deus, dispensadores dos mistérios divinos junto ao povo (cf. 1Cor 4, 1; 2Cor 6, 4). E sereis, junto de Deus, os representantes do povo em todos os seus componentes: as crianças, os jovens, as famílias, os trabalhadores, os pobres, os pequenos, os doentes, e até mesmo os distantes e os adversários. Sereis os portadores das suas ofertas. Sereis a sua voz orante e suplicante, exultante e gemente. Sereis a sua expiação (cf. 2Cor 5, 21).
Levemos por isso gravada na memória e no coração a palavra do Apóstolo: “Pro Christo legatione fungimur, tamquam Deo exhortante per nos” (Somos embaixadores de Cristo, como se Deus exortasse por meio de nós) (2Cor 5, 20), para fazer de nossa vide uma íntima, progressiva e firme imitação de Cristo Redentor.
(Papa João Paulo II, Homilia em Viagem Apostólica no Brasil, 2 de julho de 1980)

A Quem devo Seguir?


Jesus tem Chamado a seus discípulos pelo Nome e os tem resgatado do perigo, das trevas e conduzidos a Luz.

Porque Ele se coloca adjunto aos seus, como Caminho Verdade e Vida. Para mostrar a todos do que Ele é capaz e do que Ele pode fazer de bom e agradável a todos os que o seguem.

No nosso dia a dia somos convidados por Deus a olhar para Frente e perceber o quanto somos amados e queridos por Deus.

Que Jesus continue a Chamar, a conduzir e a Salvar os Seus.

Ronaldo Alves

Ide Vós Também para águas mais Profundas



Ide meus irmãos, ide por onde o senhor voc mandar. sejais obedientes a vonatde de Deus porque ele te chama pelo nome e te mostra o caminho por onde irá seguir.

Ide e Veja como o senhor é Bom.

2008/06/26



Te amo Jesu e sempre irei te amar por toda a a minha Vida

2007/01/28

Visite a Capela do Santissimo Virtual.

http://www.fraternidademestrejesus.org/capela_santissimo.html


Ronaldo Alves

2007/01/25

Relógio Digital

RelojesWebContactos!

2007/01/18

Jesus Cristo realmente existiu

Capitulo 1




Jesus Cristo realmente existiu


Falar de Jesus Cristo é falar da essência do cristianismo. O cristianismo implica princípios filosóficos, mas não é filosofia; contém princípios éticos, mas não é uma ética; possui princípios sociais, mas não é um movimento social. O cristianismo é Cristo conhecido, acreditado, amado, seguido e transmitido.

A história, cristã e pagã, dá testemunho de que Jesus Cristo existiu de verdade. Faz parte da coerência humana aceitar fatos históricos; seguir a doutrina e a mensagem de Jesus já requer, por uma parte, fé e, por outra, vontade e aceitação.


1. Jesus Cristo não é um mito. Existiu realmente.
Existem documentos históricos sobre Jesus de Nazaré.

Escritores pagãos: No princípio do século II se mencionam os chamados cristãos, aqueles que professam a fé em Cristo, considerado Deus. É o caso da carta que o historiador Plínio o Jovem, pró-consul da Bitínia, escreveu no ano 112 ao imperador Trajano: Os cristãos se reúnem num dia determinado, antes do amanhecer, e entoam hinos a Cristo como a um deus. Tácito, em seus Anais, fala no ano 115 do grande incêndio de Roma em 64, atribuído a Nero e por ele aos cristãos, aos quais culpou de tudo. Eis o texto: Para cessar essa voz, apresentou como réus e infligiu castigos àqueles que, desprezados por suas abominações, eram conhecidos pelo povo como cristãos. Este nome vinha de Cristo, o qual, sob o reino de Tibério, fora condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos. Tal condenação suprimiu no início esta perniciosa superstição; logo em seguida, porém, ela surgiu de novo no solo da Judéia, onde tivera origem, assim como em Roma, onde conflui tudo quanto há de abominável e de indecoroso e onde ela encontra seguidores (15,4,4). Suetônio, historiador do ano 120, se refere ao imperador Cláudio, que expulsou de Roma os judeus por promoverem incessantes desordens por instigação de um tal Cresto.

Escritores judeus: Flávio Josefo, historiador judeu, em suas Antiguidades Judaicas escritas nos anos 93 e 94, refere que o sumo sacerdote Anás acusou de transgredir a lei o irmão de Jesus (chamado Cristo), de nome Santiago, e também alguns outros, apedrejando-os. (Antiquitates XX,9,1). Em outra passagem, mais explícita: Naquele mesmo tempo apareceu Jesus, homem sábio, se é lícito chamá-lo homem, pois fez coisas maravilhosas, foi mestre dos homens que aspiram pela verdade, atraindo para si muitos judeus e muitos gentios. Ele era o Cristo. E mesmo que Pilatos o tenha feito crucificar por causa das acusações de pessoas importantes do nosso povo, nem por isso deixaram de amá-lo aqueles que o haviam amado antes; pois Ele lhes apareceu ressuscitado ao terceiro dia, depois que os divinos profetas tinham predito dele estes fatos e muitos outros prodígios sobre a sua pessoa. Até hoje permanece a estirpe dos cristãos que tomaram dele o nome (Antiquitates, XV111,3,3)

Testemunhos cristãos: Um conjunto de 27 documentos está compilado no Novo Testamento: quatro Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, 14 cartas de São Paulo, as 7 cartas chamadas católicas (de São Tiago, a primeira e a segunda de São Pedro, as três de São João e a de Judas Tadeu) e, finalmente, o Apocalipse. O Novo Testamento não é um livro de história. É um conjunto de livros que contêm o anúncio da mensagem da fé. Há nele muitos dados históricos, mais que nos livros não cristãos; o mais importante, porém, é a fé e a conversão. Não podemos, portanto, olhar para estes livros com os olhos do historiador e sim com o coração de quem crê. Também existem outros livros cristãos que falam de Jesus, mas eles não são reconhecidos pela Igreja como autênticos e revelados. Neles, mais do que a fé e a história, se reflete a euforia, a admiração humana dos milagres, as reflexões particulares. Tais livros são chamados de apócrifos.

Os Evangelhos: São a fonte mais importante da história de Cristo. Foram escritos à luz da Páscoa. Os redatores se serviram, numa primeira compilação, de documentos escritos anteriormente e de investigações pessoais, ao mesmo tempo em que davam aos seus escritos uma intencionalidade teológica. Um desses documentos anteriores é a chamada Quelle (fonte em alemão) que compilava discursos e logia (frases curtas memorizadas) de Cristo, existentes já nos anos 40, que foram utilizados por Lucas e Mateus. Outra fonte escrita é a conhecida pelo nome de tríplice tradição, que compila os fatos da vida de Cristo que os três sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) utilizaram. Dispomos de critérios válidos que nos permitem escutar, se não com as mesmas palavras de Jesus (obsessão do século passado) ao menos a mensagem autêntica de Jesus e visualizar fatos ocorridos realmente e que são de Jesus de Nazaré.


2. Como era a Palestina nos tempos de Jesus

Situação política: A Palestina estava dominada por Roma. A cultura dominante do país era a judaica, mas também o grego era falado. Era um país, portanto, com várias culturas: a hebraica, a grega e a romana. Roma respeitava bastante as instituições e peculiaridades dos povos que dominava. Havia um representante romano para governar com uma pequena guarda. A vida de Jesus se desenrola no tempo dos imperadores Augusto e Tibério. Herodes, o Grande, é o rei de toda a Palestina na época do nascimento de Jesus. Herodes morre e deixa o território para os filhos: Herodes Antipas herda a Galiléia e Arquelau a Judéia. No tempo de Jesus havia também judeus rebeldes que lutavam pela independência da Palestina. Entre eles estavam Judas Galileu e os zelotes.

Situação social: A Palestina se compunha de dois grupos sociais: os judeus habitantes da própria Palestina e os pagãos romanos. Havia bastantes judeus na diáspora, ou seja, vivendo fora da Palestina. Dentro do grupo judeu havia duas linhas do ponto de vista religioso:

Os fariseus eram um grupo religioso de maioria leiga, embora dele fizessem parte alguns sacerdotes. Obedeciam estritamente à Lei de Moisés. Respeitavam as tradições (sábado, ritos purificadores, orações, esmola, dízimo, etc), estudavam a Lei de Moisés, eram influentes e respeitados. Esperavam a futura vinda de um Messias libertador político, acreditavam na ressurreição final, desejavam a independência da Palestina. Não eram amigos dos romanos ainda que vivessem com eles.

Os saduceus eram um grupo religioso ao qual pertenciam as famílias sacerdotais mais importantes. Queriam também a independência, mas viviam sem grandes problemas sob a dominação romana. Rejeitavam as tradições orais judaicas e não acreditavam na ressurreição. Eram ricos.

Outras classes sociais: a grande multidão, gente simples, religiosa. Os sacerdotes, que cuidavam do templo e ofereciam sacrifícios. Os levitas ajudavam os sacerdotes. Os guardas do templo punham ordem dentro do recinto do templo. Os escribas, mestres e advogados. Os anciãos, cujas decisões eram determinantes. Os essênios ou monges de Qunram, uma espécie de ordem religiosa. Os discípulos de João Batista. Os publicanos, unidos aos romanos, cobravam impostos, eram ricos e odiados; considerados pecadores, não cumpriam a lei nem as purificações. Os herodianos desejavam que a família de Herodes tomasse o poder na Palestina. Os zelotas eram rebeldes e fanáticos contra a dominação romana; nacionalistas: patriotas, crentes e violentos, queriam uma nação livre e governada em nome de Deus.
3. Quais eram as instituições religiosas

Assim se resumia a fé israelita: fé em um só Deus, revelada aos Patriarcas, contida nas Escrituras; fé na eleição do povo de Israel.

Estas são as instituições religiosas no tempo de Jesus:

Sinédrio: para assuntos religiosos. Senado composto de 65 membros e presidido pelo sumo sacerdote. Formado por sacerdotes anciãos e escribas, com poder para julgar e castigar quem cometesse faltas em matéria religiosa. Para condenar à morte precisava da permissão do representante romano.

Sinagoga: lugar de reunião dos judeus para rezar, ler e escutar a Escritura, sempre aos sábados.

Templo: o centro da vida religiosa nacional. Construído e mantido com a contribuição dos fiéis. Nele eram oferecidos os sacrifícios.

Festas religiosas: O Sábado começava já na sexta-feira à tarde e durante ele todo trabalho era proibido terminantemente. A Páscoa é a festa principal, que comemora a libertação do povo eleito escravizado no Egito. Pentecostes: festa da Aliança realizada no Sinai entre Deus e Israel. Tabernáculos: ação de graças pelas colheitas e frutos. Dia da Reconciliação: perdão dos pecados de todo o povo. Dedicação do templo: aniversário da dedicação do templo feita por Judas Macabeu.

Que relação tinha Jesus com estas instituições sociais, políticas e religiosas? Podemos dizer o seguinte: Jesus era judeu de nascimento. Pertencia à classe média baixa, devido ao seu ofício de carpinteiro. Morava na província da Galiléia. Não era de família sacerdotal. Sua religiosidade era mais coincidente com a dos fariseus, mas sem que isto implicasse no cumprimento da lei e de todas as tradições. Não se manifesta por nenhuma opção política a favor ou contra Roma. Fala e se relaciona com homens de todas as classes sociais: sacerdotes, fariseus, saduceus, pobres, publicanos, prostitutas, doentes, pescadores, soldados romanos... Não era escravo, nem mendigo, nem diarista.

CONCLUSÃO: A existência de Cristo pertence à doutrina da fé, assim como também pertence à fé o fato de Cristo ter morrido por nós e ressuscitado ao terceiro dia. A fé em Cristo, portanto, não é uma crença num ser atemporal de que tivemos notícia por uma experiência mística, e menos ainda a crença num mito ou num símbolo. A nossa fé em Cristo é fé em uma Pessoa o Filho eterno do Pai que, num momento preciso da história, se encarnou na Virgem Maria por obra do Espírito Santo e se fez homem... (Concílio I de Constantinopla, a. 381, Symbolum; DS150). É, pois, fé num homem concreto. Mais: a existência de Jesus é também um fato provado pela ciência histórica, sobretudo mediante a análise do Novo Testamento, cujo valor histórico está fora de dúvida. Cabe também mencionar alguns testemunhos antigos não cristãos sobre a existência de Jesus, como já vimos neste capítulo. No capítulo seguinte aprofundaremos mais este ponto.

Fonte: vocacao.com

O que é a vocação?

Marcelo Campos. pergunta:O que é a vocação sacerdotal?
A vocação ao sacerdócio é:

- Um mistério de amor entre Deus que, por amor, chama ao homem que, também por amor, lhe responde livremente.
- Um chamado para ser a ponte entre Deus e os homens.
- Um chamado a continuar no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo.
- A decisão de um jovem que quer dedicar a vida para ajudar aos irmãos a salvarem suas almas e a tornar este mundo mais conforme com o que Deus pensou.


A vocação ao sacerdócio não é:

- Um sentimento: costuma-se dizer ´eu sinto a vocação´. Na verdade a vocação não se sente. É, antes, uma certeza interior que nasce da graça de Deus que me toca a alma e que me pede uma resposta livre. Caso Deus chame, a certeza irá crescendo na medida em que a sua resposta for mais generosa.
- Um destino irrevogável, iniludível: Muitos acreditam que quem tem a vocação vai porque vai. Não! A vocação é um mistério de amor e o amor é livre. Se eu não respondo com generosidade, o chamado de Deus fica frustrado.
- Um refúgio para quem tem medo da vida.
- Uma carreira como qualquer outra. Não! É uma história de amor.
- Uma segurança matemática. Na verdade, na vocação sacerdotal você tem que aceitar o risco do amor, mas lembre-se: é um risco nas mãos de Deus.

JUM

Para Jóvenes
"No es verdad que la juventud piense sólo en el consumo y en el placer. No es verdad que sea materialista y egoísta. Es verdad lo contrario: los jóvenes quieren cosas grandes. Quieren que se detenga la injusticia. Quieren que se superen las desigualdades y que todos participen en los bienes de la tierra. Quieren que los oprimidos obtengan la libertad. Quieren cosas grandes. Quieren cosas buenas." (S.S. Benedicto XVI, Discurso a los peregrinos alemanes 25-4-2005)

En esta sección, especialmente indicada para los jóvenes y personas con inquietud vocacional, te daremos la más completa información de acerca de nuestros grupos juveniles, Jóvenes Unidos Mariano-Misioneros. A través de testimonios y la doctrina de los santos te ayudaremos a conocer los verdaderos síntomas de la vocación.Si deseas contactar con nuestro grupo juvenil o tienes alguna inquietud vocacional, escríbenos a: jum@lumendei.org




Grupos Juveniles
"Entonces, diría que es importante que los jóvenes descubran la belleza de la fe, que es hermoso tener una orientación, que es hermoso tener un Dios amigo que nos sabe decir realmente las cosas esenciales de la vida." (S.S. Benedicto XVI, Discurso...


Vocaciones
"Por eso los jóvenes, están de nuevo totalmente abiertos a Cristo. Cristo no nos ha prometido una vida cómoda. Quien busca la comodidad, con Él se ha equivocado de camino. Él nos muestra la senda que lleva hacia las cosas grandes, hacia el bien, hacia...

http://www.lumendei.org

Fundadores
En este apartado te presentamos una breve síntesis biográfica del fundador de Lumen Dei, el Rvdo. P. Rodrigo Molina y de la cofundadora y primera Presidenta de la rama femenina, la Hna. Josefina Serrano. Esperamos que estas vidas ejemplares contribuyan a aumentar tu fervor y tu compromiso cristiano.




P. Rodrigo Molina, L.D.
Fundador y Presidente General de la Sociedad Familiar Eclesial Unión Lumen Dei El Padre Molina nació en Pravia (Asturias) el 23 de octubre de 1920. Entró en la Compañía de Jesús el 13 de septiembre de 1939. El 13 de julio de 1956...


Hna. Josefina Serrano, L.D.
Cofundadora y Primera Presidente General Adjunto del Sector Femenino de la Unión Lumen Dei Nació en Caracenilla (Cuenca, España) el 27 de mayo de 1948. A los 20 años conoció al P. Rodrigo Molina, quien acababa de incoar, en el Cuzco,...

2007/01/17

Músicas de Autoria de Ronaldo Alves



Cântico de Louvor


Ronaldo Alves


Ouvir a Palavra de Deus



Desperta em nosso interior

O chamado que Jesus nos fez

No ceio materno, dádiva de Deus, nosso Senhor.


Cantar a alegria da vida

Entoar um hino de louvor

Saldemos ao dom da vida

Vida que Deus nos presenteou (2x)


Os homens cantam na terra

Os Anjos cantam nos céus

Louvores e glórias a vida

Contemplada e abençoada por Deus


Saldemos ao Deus que nos ama

Que nos enche do seu puro amor

Louvemos Ao Criador de tudo

Ele é Deus, Nosso Mestre e Senhor.


Um hino será exaltado

Toda a terra canta também

As trombetas já ressoaram

Gloria a Deus no Céu e na terra também.

rkronaldo@gmail.com

rkronaldo@hotmail.com

Quem Canta Louva 2 vezes.



Adoremos

Ronaldo Alves


Vinde todos adoremos

Ao Senhor, que nos conduz.

Alegremos os nossos corações

Ele esta aqui, adoremos ao Senhor.


Adorai, ao Senhor.

Exultai, Seu Santo nome.

Ele esta aqui, no meio de nós.

Adorai, adorai, ao Senhor. (2x)


Vinde ó povo, cantando e contemplando a Deus.

Porque Ele esta aqui

Vamos fortes cantar, um louvor ao Senhor.

O Céu esta aqui.


Vinde, Santos dos Céus, cantar ao Senhor,

Vinde, Anjos dos Céus, entoar um louvor.

Vinde, homens da terra, trazer seu amor.

Adoremos, adoremos, ao Senhor.


Eu sei, que Ele esta aqui.

Eu, até já posso sentir!

Sua presença é sem igual,

Ele esta aqui, e veio para nos amar.

Ele esta aqui, e veio nos chamar.

2010/04/20

Congresso Eucarístico Nacional tem tudo a ver com os 50 anos de Brasília, diz dom João Braz de Aviz


“O 16° Congresso Eucarístico Nacional será um momento de celebrar o jubileu da arquidiocese juntamente com os 50 anos da cidade de Brasília, porque a história dessa capital tem tudo a ver com a história do nascimento da Igreja particular de Brasília”. A afirmação é do arcebispo de Brasília, dom João Braz de Aviz, durante a coletiva de imprensa que aconteceu na tarde desta terça-feira, 13, na cúria metropolitana.

Dom João comentou que foi secretário do 13º Congresso Eucarístico de Vitória (ES) e que o acontecimento mudou a cara da cidade durante a semana do evento. Ele destacou que sua pretensão, desde que chegou a Brasília, em 2004, é fazer um Congresso que marque também os 50 anos da capital. “Eu pensei para o aniversário de 50 anos de Brasília um acontecimento religioso que marcasse a cidade da mesma forma que o 13º Congresso mudou a cara de Vitória. Até mesmo o prefeito da cidade na época, hoje governador do estado, afirmou que o município viveu um ‘estado de graça’ nos dias do CEN. Impressionou a quantidade de violência que diminui em Vitória durante o evento”.

O arcebispo também falou sobre a programação do CEN. “A Esplanada dos Ministérios”, disse ele, “será um dos centros do evento ao longo dos dias 13 e 16 de maio”. O altar-monumento, com 23 metros de altura e 150 de largura, construído em frente ao Congresso Nacional, já está quase pronto para receber cerca de 300 bispos e 2 mil sacerdotes durante as celebrações. “Ali vamos realizar grandes celebrações eucarísticas e momentos de reuniões. Contamos com a participação de 300 mil pessoas ao longo do Congresso”, antecipou o arcebispo.

Para dom João, os 50 anos da capital brasileira representa muito também na vida da Igreja. Ele relembrou um pouco dessa história e ligação da Igreja com a nova capital, logo quando foi anunciada a construção de Brasília. “Celebrar o Congresso Eucarístico Nacional em Brasília no aniversário de 50 anos da capital é muito importante porque Brasília vai ser também a capital nacional da eucaristia e isso relembra grandes acontecimentos, pois nossa Igreja particular não existiria sem a capital e essa visão nós trazemos para o Congresso. É importante ressaltar também que a cidade, desde seu nascimento, teve um rosto voltado para a Igreja, algo importante que o Congresso irá resgatar com exposições, fotografias históricas”, disse dom João.

Outro ponto destacado pelo arcebispo é a participação do enviado da Santa Sé ao Congresso, o cardeal prefeito da Congregação para o Clero, dom Claudio Hummes. Ele vai participar de seis atividades durante o evento. Sobre a participação de outros bispos, dom João disse que a maioria, cerca de 300 a 350 bispos, deverá participar do Congresso, isso porque a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vai acontecer entre os dias 4 e 10 de maio, em Brasília, possibilitando assim a participação dos prelados no 16º CEN.

Simpósio de Teologia e Bioética

Nos dois primeiros dias, o Centro de Convenções Ulisses Guimarães receberá os simpósios de Teologia e Bioética. Os eventos terão como foco o tema “Pão da Unidade dos Discípulos Missionários” e o lema “Fica conosco, Senhor!”. Segundo dom João, os dois simpósios trarão para o Congresso temas ligados ao atual cenário político e social brasileiro, bem como a concepção da vida até a morte natural.

Fonte: Site CNBB

VOCAÇÃO: Chamamento de Deus


Padre Inácio José do Vale, OSBM

“O Senhor concedeu a uns para ser apóstolos, a outros profetas, a outros evangelistas, a outros pastores e mestres, para aperfeiçoar os santos em vista do ministério, para a edificação do Corpo de Cristo” (Ef 4, 11.12).

A palavra vocação vem do latim vocare, que quer dizer: convocar, chamar, escolher. Em geral é o chamado feito por Deus a determinada alma. Desde que a vida está sob a providência de Deus, as circunstancias da vida estão em funcionamento da vocação de cada um (1 Cor 7,20).

Em sentido teológico, vocação significa o chamamento de Deus a uma alma determinada para a vida religiosa ou ao sacerdócio.

Consiste nos três seguintes elementos;

1. Aptidão física, moral e intelectual para a vida escolhida, isto é, a pessoa deve ter saúde, estabilidade moral e inteligência suficiente para levar a vida que deseja abraçar.

2. Reta intenção, isto é, o desejo de abraçar a vida religiosa ou o sacerdócio, baseado em motivo reto e bom, que poderá ser, por exemplo, servir a Deus, salvar a própria alma mais seguramente, ajudar na salvação dos outros, etc.

3. Aceitação do candidato pela comunidade religiosa ou pelo bispo. Estes três elementos constituem a vocação divina. Como todos três dependem da providência de Deus, a vocação pode-se dizer “chamamento de Deus”.

O despertar vocacional é um caminho lindo que precisamos trilhar a fim de levar uma vida feliz. Este caminho é composto por algumas fases, com assinalamos a seguir.

ESCUTAR

É preciso estar atento à voz de Jesus Cristo que fala de diversos modos. Pode ser durante uma missa, através da homilia; numa palavra proclamada que salta ao coração; ao ler a Bíblia antes de ir dormir.

Jesus é capaz de falar coração de maneira inesperada. Mas escutar o que ele fala não é tudo, é preciso responder Àquele que fala, ou seja, participar ativamente do despertar vocacional.

PARTICIPAR

Somente quem é que da chance a si mesmo de despertar a própria vocação. Portanto, é preciso participar ativamente no processo do discernimento vocacional. Essa atitude ajuda a descobrir a vida plena. Vale a pena fazer este caminho.

PERSEVERAR

Jesus Cristo não se cansa de chamar. Em sua Igreja sempre há lugar para servir. Aquele que escutar a voz do Senhor precisa manter viva esta chama interior. Não deixar que outras vozes ocupem o lugar da voz de Jesus. Para isso existem meios concretos. Por exemplo, se inserir numa das diversas pastorais da Igreja.

OBSERVAR

Olhando com amor para a história de vida, procurar descobrir os momentos onde Jesus falou ao coração de modo mais intenso. Este auto-conhecimento é indispensável no processo de discernimento vocacional. Tal dinâmica nunca acontece num “mundinho” fechado, ao invés, ela se dá em diversos níveis de convivência: familiar, escolar, comunidade paroquial, grupo de amigos, local de trabalho etc. Jesus fala através das pessoas que estão ao nosso lado.

ORAR

Finalmente, o processo de discernimento vocacional não pode ser feito sem oração. A oração é um meio privilegiado de crescimento espiritual que nos proporciona intimidade maior com Jesus e desperta a sensibilidade do coração para as necessidades dos que sofrem. A oração perseverante leva a uma sintonia com os sentimentos mais íntimos e conseqüentemente com o apelo de Jesus. Mas como se aprende a orar? Orar se aprende orando. Ainda que às vezes o cansaço ou uma secura interior dê a impressão de que Jesus esta distante, não desistas da oração. Jesus esta ao seu lado, ou melhor, em seu interior. Basta silenciar o coração e deixar que ele fale: “Vem, segue-me e ide” (Mt 4, 19.20;28,19), “VEM, SEGUE-ME E IDE”, é o lema de Cristo para radicalidade do apostolado do Reino de Deus. “Quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o Reino de Deus” (Lc 9,62). “Sê fiel até à morte, e eu te darei a coroa de vida” (Ap 2,10).

CONCLUSÃO

Neste momento devemos estar nos perguntando: “O que é vocação? Qual o sentido verdadeiro?” E chegamos a uma resposta: Vocação é um chamado de Deus, para exercermos uma determinada missão em nossa vida e caminhada, trabalhando com o que fomos escolhidos a realizar.

A vocação é o despertar em nosso intimo o amor pelo que fazemos pelo que assumimos verdadeiramente com servos que somos do bom Deus.

Em ‘Caminho de Perfeição’, escreve Santa Teresa de Ávila para as monjas descalças de Nossa Senhora do Carmo: “Ó irmãs, entendei, por amor de Deus a grande graça que o Senhor concedeu às que trouxe para cá, e que cada uma pense nisso profundamente consigo mesma: sendo apenas doze, quis Sua Majestade que cada uma de vós fosse uma delas”.

É o bom Deus que nos escolhe por amor a uma santa vocação. E nós respondemos pela graça de Cristo.

O bom Deus desperta em você o chamado vocacional e espera que você atenda o Seu chamado amorosamente. E tudo para o Senhor Deus acontece com total liberdade. “Onde se acha o Espírito do Senhor ai está á liberdade” (2 Cor 3,17).

Deixe-mo-nos amar pelo bom Deus nos mais profundo ser da nossa vocação. Esse amor a nossa chamada é de eterna graça e alegria.

A vocação é uma santa missão para a nossa feliz realização, para transformar vidas e para glória da Santíssima Trindade.

Pe. Inácio José do Vale

Pároco da Paróquia São Paulo Apóstolo

Professor de História da Igreja

Pregador de Retiros Espirituais

Email: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

Fonte

Divina Misericórdia, novembro de 2009, p.5.

Obras Completas, Teresa de Jesus.

São Paulo: Edições Carmelitanas e Loyola, 1995, p.326.

2010/04/18

O que é Vocação?


O que é Vocação?
06-Ago-2008
De acordo com o dicionário da língua portuguesa, Vocação significa “Talento”. Para nós cristão, o significado de vocação vai bem mais além do que um simples talento. Em nossa enquete passada, com a pergunta: “O que você entende por Vocação?”, a maioria respondeu perfeitamente que “Vocação é um chamado de Deus para um caminho religioso, que é atribuído para desempenhar funções em nossa missão para a construção do seu Reino".

Vocação é um dom que recebemos de Deus para bem realizarmos nosso papel na evangelização de seus filhos, a cada um é dado um dom. Deus nos deixou 07 Dons: Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus.

São Paulo, em sua carta aos Coríntios, cita alguns dos carismas que são provenientes dos Dons: “A cada um é dada à manifestação do Espírito para proveito comum. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como lhe apraz.” (I Cor 12,7-11).

Todos nós nascemos com uma vocação, Deus nos dá a vocação de acordo com a nossa necessidade. Você deve estar se perguntando: “Sim, ele falou, falou, mas não disse qual é a minha vocação?”. Nossa vocação é revelada através do Espírito Santo. “Sim, certo, mas como o Espírito Santo irá revelar a minha vocação?”. É bem simples, através da oração, do jejum, do anúncio do Evangelho, da Sagrada Eucaristia e, principalmente, através do Sacramento do Crisma . E através do Espírito Santo, somos capacitados para com nossa vocação seguir nossa missão, como construtores do reino de Deus.

“O Batismo , a Crisma e a Eucaristia são os Sacramentos da iniciação cristã, por isso, são a base da vocação comum de todos os discípulos de cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria” (CIC 1533).

Tipos de vocação de acordo com o CIC:

■Vocação da Humanidade: consiste em manifestar a imagem de Deus e ser transformada à imagem do Filho único do Pai. Esta vocação implica uma dimensão pessoal, pois um é chamado a entrar na bem-aventurança divina, mas concerne também ao conjunto da comunidade humana.
■Vocação dos Leigos: é especifico dos leigos, por sua própria vocação, procurar o Reino de Deus exercendo funções temporais e ordenando-as segundo Deus.
■Vocação para a Castidade: castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A virtude da Castidade comporta, portanto, a integridade da pessoa e a integralidade da doação.
■Vocação para o Amor: Deus, que criou o homem por amor, também o chamou para o amor, vocação fundamental e inata de todo ser humano. Pois o homem foi criado á imagem e semelhança de Deus, que é Amor. Tendo-os Deus criado homem e mulher, seu amor mútuo se torna uma imagem do amor absoluto e infalível de Deus pelo homem.
■Vocação para o Apostolado: toda a Igreja é apostólica na medida em que, por meio dos sucessores de S. Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é ‘enviada’ ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. “A vocação cristão é também por natureza vocação ao apostolado”. Denomina-se “apostolado” “toda a atividade do Corpo Místico” que tende a “estender o reino de Cristo a toda a terra”.
■Vocação ao Casamento: a intima comunhão de vida e de amor conjugal que o Criador fundou e dotou com suas leis é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, pelo consentimento pessoal irrevogável. A vocação para o Matrimônio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, conforme sairão da mão do Criador. “A salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar”. “Esse amor é bom, muito bom, aos olhos do Criador, que é amor” (I Jo 4,8.16). E esse amor abençoado por Deus é destinado a ser fecundo e a realizar-se na obra comum de preservação da criação: “Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a”. (Gn 1,28).
■Vocação Sacerdotal: os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, “pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja”. Por sua vez, “os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial”. A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico.
E não podemos falar de vocação sem falar da vocação de Maria. Para ser a Mãe do Salvador, Maria “foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função”. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse totalmente sob moção da graça de Deus. E se tornou o modelo de vocação perfeita, através da unção do Espírito Santo.



Oração pelas Vocações

Senhor da Messe, Pastor do Rebanho,
Faz ressoar em nossos ouvidos
Teu forte e suave convite:
"Vem e segue-me!"
Derrama sobre nós o Teu Espírito,
Que Ele nos dê sabedoria
Para ver o caminho,
E generosidade para seguir Tua voz!

Senhor, que a messe não se perca
Por falta de operários!
Desperta nossas comunidades para a Missão!
Ensina nossa vida a ser serviço!
Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino
Na vida consagrada e religiosa!

Senhor, que o Rebanho não pereça
Por falta de Pastores!
Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
Padres, diáconos e ministros!
Dá perseverança a nossos seminaristas!
Desperta o coração de nossos jovens
Para o ministério pastoral em Tua Igreja!

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
Chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho,
Ajuda-nos a responder: "SIM". - Amém.



Projeto de Evangelização Anjos de Jesus
formacao@anjosdejesus.comEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Amar a Deus sobre todas as Coisas




Amar a Deus sobre todas as coisas, servir a Deus e servir com gratidão as suas perfeições.

Nós, cristãos somos cumulados de bênçãos e alegrias, principalmente por sermos amados por Deus que esta sempre acima de tudo e sobre os nossos corações. Quando tomamos posse da graça de Deus as coisas vão sendo clareadas a nossa volta e nos alegramos por estarmos sobre a proteção do Altíssimo.

Paz e Bem

2010/04/10


Permalink: http://www.zenit.org/article-22362?l=portuguese

Bento XVI: Maria e o sacerdócio


Audiência geral em Castel Gandolfo




CASTEL GANDOLFO, quarta-feira, 12 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Na manhã de hoje, Bento XVI falou aos peregrinos do balcão do pátio interno do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, na audiência geral de quarta-feira.

Após a audiência, cantou-se o Pater Noster e foi dada a Bênção Apostólica. Em seguida, o Papa foi ao balcão do pátio exterior do Palácio Apostólico, para saudar e abençoar outro grande grupo de fiéis.

Publicamos as palavras do Santo Padre na audiência.

* * *

Queridos irmãos e irmãs,

é iminente a celebração da Solenidade da Assunção da Virgem Maria, no sábado, e nós estamos no contexto do Ano Sacerdotal; então eu gostaria de falar sobre a relação entre Maria e o sacerdócio. É uma relação profundamente enraizada no mistério da Encarnação. Quando Deus decidiu tornar-se homem no seu Filho, ele precisava do "sim" de uma criatura livre. Deus não age contra nossa liberdade. E sucede uma coisa verdadeiramente extraordinária: Deus se faz dependente da liberdade, do "sim" de uma criatura, espera este "sim". São Bernardo de Claraval, em uma de suas homilias, explicou de modo comovente este momento decisivo da história universal, onde o céu, a terra e o próprio Deus esperam a palavra desta criatura.

O "sim" de Maria é a porta através da qual Deus é capaz de entrar no mundo, fazer-se homem. Então Maria é verdadeira e profundamente envolvida no mistério da Encarnação, de nossa salvação. E a Encarnação, o fazer-se homem do Filho, foi concebida a partir da doação de si; o doar-se com muito amor na Cruz, para tornar-se pão para a vida do mundo. Assim, sacrifício, sacerdócio e a Encarnação caminham juntos, e Maria está no centro deste mistério.

Voltemo-nos agora para a Cruz. Jesus, antes de morrer, vê sob a Cruz a Mãe, e vê o filho amado, e este filho amado é certamente uma pessoa, alguém muito importante, mas é mais: é um exemplo, uma prefiguração de todos os discípulos amados, de todas as pessoas chamadas pelo Senhor para ser "discípulo amado" e, consequentemente, de maneira particular os sacerdotes. Jesus diz a Maria: "Mãe, eis o teu filho" (Jo 19, 26). É uma espécie de testamento: confia à mãe a guarda do filho, o discípulo. Mas também diz ao discípulo: "Eis a tua mãe" (Jo 19, 27). O Evangelho nos diz que, a partir desse momento, São João, o filho amado, levou a mãe Maria “para a sua casa”. Assim é na tradução italiana, mas o texto grego é muito mais profundo, muito mais rico. Podemos traduzir: levar Maria no íntimo de sua vida, de seu ser, eis tà ìdia, na profundidade do seu ser. Levar consigo Maria significa introduzi-la na dinâmica completa da própria existência –não é algo exterior– e em tudo o que constitui o horizonte de seu apostolado. Assim se compreende portanto como a peculiar relação de maternidade existente entre Maria e os sacerdotes constitui a fonte primária, a razão fundamental da predileção que ela tem por cada um deles. Maria os prefere, de fato, por duas razões: porque eles são mais parecidos com Jesus, amor supremo de seu coração, e também porque, como Ele, estão envolvidos na missão de proclamar, testemunhar e dar Cristo ao mundo. Pela própria identificação e conformação sacramental a Jesus, Filho de Deus e Filho de Maria, cada sacerdote pode e deve sentir-se realmente filho amado desta suprema e humilde Mãe.

O Concílio Vaticano II convida os sacerdotes a olhar para Maria como o modelo perfeito da própria existência, invocando-a como "Mãe do sumo e eterno Sacerdote, como rainha dos Apóstolos, auxílio do seu ministério". E os padres –prossegue o Concílio– "devem amá-la e venerá-la com devoção e culto filial” (cfr. Presbyterorum ordinis, 18). O Santo Cura d'Ars, em quem pensamos em particular neste ano, gostava de repetir: "Jesus Cristo, depois de ter-nos dado tudo que podia dar, quer ainda tonar-nos herdeiros daquilo que ele tinha de mais precioso, sua Santa Mãe" (B. Nodet, Il pensiero e l’anima del Curato d’Ars, Torino 1967, p. 305). Isso vale para cada cristão, para todos nós, mas de modo especial para os sacerdotes. Queridos irmãos e irmãs, rezemos para que Maria volte-se para todos os sacerdotes, em todos os problemas do mundo de hoje, conforme à imagem de Seu Filho Jesus, dispensadores do inestimável tesouro de seu amor de Bom Pastor. Maria, Mãe dos sacerdotes, rogai por nós!

[Traduzido do italiano por Alexandre Ribeiro]

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana

Ser Luz de Deus no chamado


Quando o senhor nos chama pelo nome, Ele nos convida a ser-mos um assim como Ele é com o Pai.

No Chamado somos convocados a por a mão no arado e não olhar mais para traz.

Somos chamados a ser LUZ do Mundo. Mostrar aos irmãos o quanto Deus os ama e o quanto Deus os quer no caminho. No caminho da Salvação e do Perdão, no caminho que os conduza com fé e sabedoria rumo a garça almejada por todos os que se dizem amar a Deus acima de todas as coisas.

Por amor a Cristo devemos abrir mão dos nossos sonhos, porque Jesus é o nosso próprio desejo, Ele nos alimenta de paz, alegrias e felicidades.

Quando nos aproximamos de Deus, Ele se deixa aproximar de Nós com amor e por amor.

Assim nos tornamos um na Eucaristia com o Sagrado que se Fez homem e padeceu pelos nossos pecados para também se mostra como LUZ.

Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida.

Ronaldo Alves

Clamor a Deus e a Sua Santa Misericórdia por minha Vocação.

Clamor a Deus e a Sua Santa Misericórdia por minha Vocação.



O que queres de mim, Senhor?
O que queres da minha vida?
Qual é o caminho que eu tenho que seguir?
Qual é o meu chamado, a minha missão em Ti?
O que queres da minha casa?
Em que sonhos podemos investir?
Qual é a história que tu queres escrever pra mim?
Pra que essa geração te ouça
E também responda “eis-me aqui...”
Toca em minha vida, toca em minhas mãos
Toca em meus lábios, Senhor
Toca em minha casa
Com a Tua brasa de fogo purificador
Toca em meus olhos, toca em meus ouvidos
Toca em cada sentido meu
Pra que as famílias troquem o pecado
Pela santidade de Deus
Toca em minha vida, toca em minha casa
Toca em Tua igreja com a tua brasa
Toca em minha vida, toca em minha casa
Toca em Teus filhos, Senhor, com o Teu amor.

Passa a frente Senhor, com Teu Poder
Que ao invez de ser Condenado
Alguem possa me amar
Para que assim eu possa também amar aos Seus.
Em tuas Mãos Senhor eu coloco
A minha Vocação, meu coração
MEU SIM.
Eu quero ser, um simples Servo
Em Nome dos que a Ti confiam
Eu coloco sobre a vossa Orla o meu SIM.
Coloco os meus desejos
As minhas Vontades
A minha história
O meu SIM.

Que a Igreja, Senhor, possa olhar para mim
Não com indiferença e sim
Com amor de Mãe para com filho
Os tempos são remotos
Os perseguidores estão tentando destruir
A nossa fé.

Mas, eu tenho fé
Eu acredito
No que prometestes a todos os que o Encontrou
Farei de Ti, Pescadores de Almas.
EIS-ME AQUI SENHOR.





Ronaldo Alves

2009/09/28

Sacerdote: chamado, consagrado e enviado


Sacerdote: chamado, consagrado e enviado
16/09/2009 por Everth Queiroz Oliveira
[Aproveitando o contexto do Ano Sacerdotal publico aqui as palavras do Santo Papa João Paulo II em sua viagem ao Brasil no ano de 1980 durante uma missa na cidade maravilhosa. Ele fala sobre três aspectos importantes do sacerdócio: que ele é um ministério que reflete o chamado de Deus, a consagração do sacerdote e o seu envio missionário. São reflexões importantes sobre o sacerdócio: dica para os sacerdotes nesse ano dedicado especialmente a eles. Que Deus se digne conceder ao clero católico no mundo inteiro uma conversão frutuosa, que seja fonte de crescimento espiritual para o povo de Deus. Boa leitura!]

Trecho da homilia do Papa João Paulo II em Viagem Apostólica ao Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, em 1980
Fonte: Vaticano
(…)
2. “Quem sou eu? Que se requer de mim? Qual é a minha identidade?”. É esta a pergunta ansiosa que mais frequentemente se põe hoje o sacerdote, certamente não a salvo dos contra choques da crise de transformação que abala o mundo.
Vós, caríssimos filhos, não sentis certamente a necessidade de fazer-vos estas perguntas. A luz que hoje vos invade vos dá uma certeza quase sensível daquilo que sois, daquilo a que fostes chamados. Mas pode acontecer que encontreis, amanhã, irmãos no sacerdócio, que, em meio à incerteza, se interrogam sobre a própria identidade. Pode acontecer que, adormecido e distante o primeiro fervor, chegueis também vós, um dia, a vos interrogar. Por isso, eu gostaria de propor-vos algumas reflexões sobre a verdadeira fisionomia do sacerdote, que servissem de poderoso auxílio para a vossa fidelidade sacerdotal.
Não é decerto nas ciências do comportamento inumano, nem nas estatísticas sócio-religiosas que procuraremos a nossa resposta, mas sim, em Cristo, na Fé. Interrogaremos humildemente o Divino Mestre e perguntaremos a Ele quem somos nós, como Ele quer que sejamos, qual é, diante d’Ele, a nossa verdadeira identidade.
3. Uma primeira resposta nos é dada imediatamente: somos chamados. A história do nosso sacerdócio começa por um chamamento divino, como aconteceu com os Apóstolos. Na escolha deles, é manifesta a intenção de Jesus. É Ele quem toma a iniciativa. Ele mesmo o fará notar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15, 16). As cenas simples e enternecedoras que nos apresentam o chamado de cada discípulo revelam a atuação precisa de escolhas determinadas (cf. Lc 6, 13), sobre as quais é útil meditar.
Quem escolhe Ele? Não parece que Ele considere a classe social dos seus eleitos (cf. Mt 8, 19-22), nem que conte com entusiasmos superficiais. Uma coisa é certa: somos chamados por Cristo, por Deus. O que quer dizer, somos amados por Cristo, amados por Deus. Pensamos nisto bastante? Na realidade, a vocação ao sacerdócio é um sinal de predileção da parte d’Aquele que, escolhendo-vos entre tantos irmãos, vos chamou a participar, de um modo todo especial, da sua amizade: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que fez o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15, 15). O nosso chamamento ao Sacerdócio, assinalando o momento mais alto no uso da nossa liberdade, provocou a grande e irrevogável opção da nossa vida e, portento, a página mais bela na história da nossa experiência inumana. Nossa felicidade consiste em não depreciá-la jamais!
4. Com o rito da Sagrada Ordenação sereis introduzidos, filhos caríssimos, em um novo gênero de vida, que vos separa de tudo e vos une a Cristo com um vínculo original, inefável, irreversível. Assim, a vossa identidade se enriquece com uma outra nota: sois consagrados.
Esta missão do Sacerdócio não é um simples título jurídico. Não consiste apenas num serviço eclesial prestado à comunidade, delegado por ela, e por isso revogável pela mesma comunidade ou renunciável por livre escolha do “funcionário”. Trata-se, ao contrário, de uma real e íntima transformação por que passou o vosso organismo sobrenatural por obra de um “sinete” divino, o “caráter”, que vos inabilita a agir “in persona Christi” (nas vezes de Cristo), e por isso vos qualifica em relação a Ele como instrumentos vivos da sua ação.
Compreendeis agora como o sacerdote se torna um “segregatus in Evangelium Dei” (escolhido para anunciar o Evangelho de Deus) (cf. Rm 1,1), não pertence mais ao mundo, mas se acha doravante num estado de exclusiva propriedade do Senhor. O caráter sagrado o atinge em tal profundidade que orienta integralmente todo o seu ser e o seu agir para uma destinação sacerdotal. De modo que não resta nele mais nada de que possa dispor como se não fosse sacerdote, ou, menos ainda, como se estivesse em contraste com tal dignidade. Ainda quando realiza ações que, por sua natureza são de ordem temporal, o sacerdote é sempre o ministro de Deus. Nele, tudo, mesmo o profano, deve tornar-se “sacerdotalizado”, como em Jesus, que sempre foi sacerdote, sempre agiu como sacerdote, em todas as manifestações de sua vida.
Jesus nos identifica de tal modo consigo no exercício dos poderes que nos conferiu, que a nossa personalidade como que desaparece diante da sua, já que é Ele quem age por meio de nós. “Pelo Sacramento da Ordem disse alguém com justeza, o sacerdote se torna efetivamente idôneo a emprestar a Jesus nosso Senhor a voz, as mãos e todo o seu ser. É Jesus quem, na Santa Missa, com as palavras da consagração, muda a substância do pão e do vinho na do seu corpo e do seu sangue” (cf. I. Escrivà de Balaguer, Sacerdote per l’eternità, Milano 1975, p. 30). E podemos continuar. É o próprio Jesus quem, no Sacramento da Penitência, pronuncia a palavra autorizada e paterna: “Os teus pecados te são perdoados” (Mt 9, 2; Lc 5, 20; 7, 48; cf. Jo 20, 23). É Ele quem fala quando o sacerdote, exercendo o seu ministério em nome e no espírito da Igreja, enuncia a palavra de Deus. É o próprio Cristo quem tem cuidado dos enfermos, das crianças e dos pecadores, quando os envolve o amor e a solicitude pastoral dos ministros sagrados.
Como vedes, encontramo-nos aqui nas culminâncias do sacerdócio de Cristo, do qual nós somos partícipes, e que fazia o autor da Carta aos Hebreus exclamar: “… grandis sermo et ininterpretabilis ad dicendum” (teríamos muitas coisas a dizer sobre isso, e coisas difíceis de explicar) (Hb 5, 11).
A expressão “Sacerdos alter Christus” (o Sacerdote é um outro Cristo), criada pela intuição do povo cristão, não é um simples modo de dizer, uma metáfora, mas sim, uma maravilhosa, surpreendente e consoladora realidade.
5. Este dom do Sacerdócio, lembrai-vos sempre disto, é um prodígio que foi realizado em vós mas não para vós. Ele o foi para a Igreja, o que quer dizer, para o mundo a ser salvo. A dimensão sagrada do sacerdócio é totalmente ordenada à dimensão apostólica, isto é, à missão, ao ministério pastoral. “Como o Pai me enviou, assim Eu vos envio” (Jo 20,21).
O sacerdote é, portanto, um enviado. Eis uma nova conotação essencial da identidade sacerdotal.
O sacerdote é o homem da comunidade, ligado de forma total e irrevogável ao seu serviço, como o Concílio o ilustrou claramente (cf. Presbyterorum Ordinis, 12). Sob este aspecto, vós sois destinados ao cumprimento de uma dupla função, que bastaria, ela só, para uma infindável meditação sobre o Sacerdócio. Revestindo a pessoa de Cristo, exercitareis de alguma forma a sua função de mediador. Sereis intérpretes da palavra de Deus, dispensadores dos mistérios divinos junto ao povo (cf. 1Cor 4, 1; 2Cor 6, 4). E sereis, junto de Deus, os representantes do povo em todos os seus componentes: as crianças, os jovens, as famílias, os trabalhadores, os pobres, os pequenos, os doentes, e até mesmo os distantes e os adversários. Sereis os portadores das suas ofertas. Sereis a sua voz orante e suplicante, exultante e gemente. Sereis a sua expiação (cf. 2Cor 5, 21).
Levemos por isso gravada na memória e no coração a palavra do Apóstolo: “Pro Christo legatione fungimur, tamquam Deo exhortante per nos” (Somos embaixadores de Cristo, como se Deus exortasse por meio de nós) (2Cor 5, 20), para fazer de nossa vide uma íntima, progressiva e firme imitação de Cristo Redentor.
(Papa João Paulo II, Homilia em Viagem Apostólica no Brasil, 2 de julho de 1980)

A Quem devo Seguir?


Jesus tem Chamado a seus discípulos pelo Nome e os tem resgatado do perigo, das trevas e conduzidos a Luz.

Porque Ele se coloca adjunto aos seus, como Caminho Verdade e Vida. Para mostrar a todos do que Ele é capaz e do que Ele pode fazer de bom e agradável a todos os que o seguem.

No nosso dia a dia somos convidados por Deus a olhar para Frente e perceber o quanto somos amados e queridos por Deus.

Que Jesus continue a Chamar, a conduzir e a Salvar os Seus.

Ronaldo Alves

Ide Vós Também para águas mais Profundas



Ide meus irmãos, ide por onde o senhor voc mandar. sejais obedientes a vonatde de Deus porque ele te chama pelo nome e te mostra o caminho por onde irá seguir.

Ide e Veja como o senhor é Bom.

2008/06/26



Te amo Jesu e sempre irei te amar por toda a a minha Vida

2007/01/28

Visite a Capela do Santissimo Virtual.

http://www.fraternidademestrejesus.org/capela_santissimo.html


Ronaldo Alves

2007/01/25

Relógio Digital

RelojesWebContactos!

2007/01/18

Jesus Cristo realmente existiu

Capitulo 1




Jesus Cristo realmente existiu


Falar de Jesus Cristo é falar da essência do cristianismo. O cristianismo implica princípios filosóficos, mas não é filosofia; contém princípios éticos, mas não é uma ética; possui princípios sociais, mas não é um movimento social. O cristianismo é Cristo conhecido, acreditado, amado, seguido e transmitido.

A história, cristã e pagã, dá testemunho de que Jesus Cristo existiu de verdade. Faz parte da coerência humana aceitar fatos históricos; seguir a doutrina e a mensagem de Jesus já requer, por uma parte, fé e, por outra, vontade e aceitação.


1. Jesus Cristo não é um mito. Existiu realmente.
Existem documentos históricos sobre Jesus de Nazaré.

Escritores pagãos: No princípio do século II se mencionam os chamados cristãos, aqueles que professam a fé em Cristo, considerado Deus. É o caso da carta que o historiador Plínio o Jovem, pró-consul da Bitínia, escreveu no ano 112 ao imperador Trajano: Os cristãos se reúnem num dia determinado, antes do amanhecer, e entoam hinos a Cristo como a um deus. Tácito, em seus Anais, fala no ano 115 do grande incêndio de Roma em 64, atribuído a Nero e por ele aos cristãos, aos quais culpou de tudo. Eis o texto: Para cessar essa voz, apresentou como réus e infligiu castigos àqueles que, desprezados por suas abominações, eram conhecidos pelo povo como cristãos. Este nome vinha de Cristo, o qual, sob o reino de Tibério, fora condenado à morte pelo procurador Pôncio Pilatos. Tal condenação suprimiu no início esta perniciosa superstição; logo em seguida, porém, ela surgiu de novo no solo da Judéia, onde tivera origem, assim como em Roma, onde conflui tudo quanto há de abominável e de indecoroso e onde ela encontra seguidores (15,4,4). Suetônio, historiador do ano 120, se refere ao imperador Cláudio, que expulsou de Roma os judeus por promoverem incessantes desordens por instigação de um tal Cresto.

Escritores judeus: Flávio Josefo, historiador judeu, em suas Antiguidades Judaicas escritas nos anos 93 e 94, refere que o sumo sacerdote Anás acusou de transgredir a lei o irmão de Jesus (chamado Cristo), de nome Santiago, e também alguns outros, apedrejando-os. (Antiquitates XX,9,1). Em outra passagem, mais explícita: Naquele mesmo tempo apareceu Jesus, homem sábio, se é lícito chamá-lo homem, pois fez coisas maravilhosas, foi mestre dos homens que aspiram pela verdade, atraindo para si muitos judeus e muitos gentios. Ele era o Cristo. E mesmo que Pilatos o tenha feito crucificar por causa das acusações de pessoas importantes do nosso povo, nem por isso deixaram de amá-lo aqueles que o haviam amado antes; pois Ele lhes apareceu ressuscitado ao terceiro dia, depois que os divinos profetas tinham predito dele estes fatos e muitos outros prodígios sobre a sua pessoa. Até hoje permanece a estirpe dos cristãos que tomaram dele o nome (Antiquitates, XV111,3,3)

Testemunhos cristãos: Um conjunto de 27 documentos está compilado no Novo Testamento: quatro Evangelhos, os Atos dos Apóstolos, 14 cartas de São Paulo, as 7 cartas chamadas católicas (de São Tiago, a primeira e a segunda de São Pedro, as três de São João e a de Judas Tadeu) e, finalmente, o Apocalipse. O Novo Testamento não é um livro de história. É um conjunto de livros que contêm o anúncio da mensagem da fé. Há nele muitos dados históricos, mais que nos livros não cristãos; o mais importante, porém, é a fé e a conversão. Não podemos, portanto, olhar para estes livros com os olhos do historiador e sim com o coração de quem crê. Também existem outros livros cristãos que falam de Jesus, mas eles não são reconhecidos pela Igreja como autênticos e revelados. Neles, mais do que a fé e a história, se reflete a euforia, a admiração humana dos milagres, as reflexões particulares. Tais livros são chamados de apócrifos.

Os Evangelhos: São a fonte mais importante da história de Cristo. Foram escritos à luz da Páscoa. Os redatores se serviram, numa primeira compilação, de documentos escritos anteriormente e de investigações pessoais, ao mesmo tempo em que davam aos seus escritos uma intencionalidade teológica. Um desses documentos anteriores é a chamada Quelle (fonte em alemão) que compilava discursos e logia (frases curtas memorizadas) de Cristo, existentes já nos anos 40, que foram utilizados por Lucas e Mateus. Outra fonte escrita é a conhecida pelo nome de tríplice tradição, que compila os fatos da vida de Cristo que os três sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) utilizaram. Dispomos de critérios válidos que nos permitem escutar, se não com as mesmas palavras de Jesus (obsessão do século passado) ao menos a mensagem autêntica de Jesus e visualizar fatos ocorridos realmente e que são de Jesus de Nazaré.


2. Como era a Palestina nos tempos de Jesus

Situação política: A Palestina estava dominada por Roma. A cultura dominante do país era a judaica, mas também o grego era falado. Era um país, portanto, com várias culturas: a hebraica, a grega e a romana. Roma respeitava bastante as instituições e peculiaridades dos povos que dominava. Havia um representante romano para governar com uma pequena guarda. A vida de Jesus se desenrola no tempo dos imperadores Augusto e Tibério. Herodes, o Grande, é o rei de toda a Palestina na época do nascimento de Jesus. Herodes morre e deixa o território para os filhos: Herodes Antipas herda a Galiléia e Arquelau a Judéia. No tempo de Jesus havia também judeus rebeldes que lutavam pela independência da Palestina. Entre eles estavam Judas Galileu e os zelotes.

Situação social: A Palestina se compunha de dois grupos sociais: os judeus habitantes da própria Palestina e os pagãos romanos. Havia bastantes judeus na diáspora, ou seja, vivendo fora da Palestina. Dentro do grupo judeu havia duas linhas do ponto de vista religioso:

Os fariseus eram um grupo religioso de maioria leiga, embora dele fizessem parte alguns sacerdotes. Obedeciam estritamente à Lei de Moisés. Respeitavam as tradições (sábado, ritos purificadores, orações, esmola, dízimo, etc), estudavam a Lei de Moisés, eram influentes e respeitados. Esperavam a futura vinda de um Messias libertador político, acreditavam na ressurreição final, desejavam a independência da Palestina. Não eram amigos dos romanos ainda que vivessem com eles.

Os saduceus eram um grupo religioso ao qual pertenciam as famílias sacerdotais mais importantes. Queriam também a independência, mas viviam sem grandes problemas sob a dominação romana. Rejeitavam as tradições orais judaicas e não acreditavam na ressurreição. Eram ricos.

Outras classes sociais: a grande multidão, gente simples, religiosa. Os sacerdotes, que cuidavam do templo e ofereciam sacrifícios. Os levitas ajudavam os sacerdotes. Os guardas do templo punham ordem dentro do recinto do templo. Os escribas, mestres e advogados. Os anciãos, cujas decisões eram determinantes. Os essênios ou monges de Qunram, uma espécie de ordem religiosa. Os discípulos de João Batista. Os publicanos, unidos aos romanos, cobravam impostos, eram ricos e odiados; considerados pecadores, não cumpriam a lei nem as purificações. Os herodianos desejavam que a família de Herodes tomasse o poder na Palestina. Os zelotas eram rebeldes e fanáticos contra a dominação romana; nacionalistas: patriotas, crentes e violentos, queriam uma nação livre e governada em nome de Deus.
3. Quais eram as instituições religiosas

Assim se resumia a fé israelita: fé em um só Deus, revelada aos Patriarcas, contida nas Escrituras; fé na eleição do povo de Israel.

Estas são as instituições religiosas no tempo de Jesus:

Sinédrio: para assuntos religiosos. Senado composto de 65 membros e presidido pelo sumo sacerdote. Formado por sacerdotes anciãos e escribas, com poder para julgar e castigar quem cometesse faltas em matéria religiosa. Para condenar à morte precisava da permissão do representante romano.

Sinagoga: lugar de reunião dos judeus para rezar, ler e escutar a Escritura, sempre aos sábados.

Templo: o centro da vida religiosa nacional. Construído e mantido com a contribuição dos fiéis. Nele eram oferecidos os sacrifícios.

Festas religiosas: O Sábado começava já na sexta-feira à tarde e durante ele todo trabalho era proibido terminantemente. A Páscoa é a festa principal, que comemora a libertação do povo eleito escravizado no Egito. Pentecostes: festa da Aliança realizada no Sinai entre Deus e Israel. Tabernáculos: ação de graças pelas colheitas e frutos. Dia da Reconciliação: perdão dos pecados de todo o povo. Dedicação do templo: aniversário da dedicação do templo feita por Judas Macabeu.

Que relação tinha Jesus com estas instituições sociais, políticas e religiosas? Podemos dizer o seguinte: Jesus era judeu de nascimento. Pertencia à classe média baixa, devido ao seu ofício de carpinteiro. Morava na província da Galiléia. Não era de família sacerdotal. Sua religiosidade era mais coincidente com a dos fariseus, mas sem que isto implicasse no cumprimento da lei e de todas as tradições. Não se manifesta por nenhuma opção política a favor ou contra Roma. Fala e se relaciona com homens de todas as classes sociais: sacerdotes, fariseus, saduceus, pobres, publicanos, prostitutas, doentes, pescadores, soldados romanos... Não era escravo, nem mendigo, nem diarista.

CONCLUSÃO: A existência de Cristo pertence à doutrina da fé, assim como também pertence à fé o fato de Cristo ter morrido por nós e ressuscitado ao terceiro dia. A fé em Cristo, portanto, não é uma crença num ser atemporal de que tivemos notícia por uma experiência mística, e menos ainda a crença num mito ou num símbolo. A nossa fé em Cristo é fé em uma Pessoa o Filho eterno do Pai que, num momento preciso da história, se encarnou na Virgem Maria por obra do Espírito Santo e se fez homem... (Concílio I de Constantinopla, a. 381, Symbolum; DS150). É, pois, fé num homem concreto. Mais: a existência de Jesus é também um fato provado pela ciência histórica, sobretudo mediante a análise do Novo Testamento, cujo valor histórico está fora de dúvida. Cabe também mencionar alguns testemunhos antigos não cristãos sobre a existência de Jesus, como já vimos neste capítulo. No capítulo seguinte aprofundaremos mais este ponto.

Fonte: vocacao.com

O que é a vocação?

Marcelo Campos. pergunta:O que é a vocação sacerdotal?
A vocação ao sacerdócio é:

- Um mistério de amor entre Deus que, por amor, chama ao homem que, também por amor, lhe responde livremente.
- Um chamado para ser a ponte entre Deus e os homens.
- Um chamado a continuar no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo.
- A decisão de um jovem que quer dedicar a vida para ajudar aos irmãos a salvarem suas almas e a tornar este mundo mais conforme com o que Deus pensou.


A vocação ao sacerdócio não é:

- Um sentimento: costuma-se dizer ´eu sinto a vocação´. Na verdade a vocação não se sente. É, antes, uma certeza interior que nasce da graça de Deus que me toca a alma e que me pede uma resposta livre. Caso Deus chame, a certeza irá crescendo na medida em que a sua resposta for mais generosa.
- Um destino irrevogável, iniludível: Muitos acreditam que quem tem a vocação vai porque vai. Não! A vocação é um mistério de amor e o amor é livre. Se eu não respondo com generosidade, o chamado de Deus fica frustrado.
- Um refúgio para quem tem medo da vida.
- Uma carreira como qualquer outra. Não! É uma história de amor.
- Uma segurança matemática. Na verdade, na vocação sacerdotal você tem que aceitar o risco do amor, mas lembre-se: é um risco nas mãos de Deus.

JUM

Para Jóvenes
"No es verdad que la juventud piense sólo en el consumo y en el placer. No es verdad que sea materialista y egoísta. Es verdad lo contrario: los jóvenes quieren cosas grandes. Quieren que se detenga la injusticia. Quieren que se superen las desigualdades y que todos participen en los bienes de la tierra. Quieren que los oprimidos obtengan la libertad. Quieren cosas grandes. Quieren cosas buenas." (S.S. Benedicto XVI, Discurso a los peregrinos alemanes 25-4-2005)

En esta sección, especialmente indicada para los jóvenes y personas con inquietud vocacional, te daremos la más completa información de acerca de nuestros grupos juveniles, Jóvenes Unidos Mariano-Misioneros. A través de testimonios y la doctrina de los santos te ayudaremos a conocer los verdaderos síntomas de la vocación.Si deseas contactar con nuestro grupo juvenil o tienes alguna inquietud vocacional, escríbenos a: jum@lumendei.org




Grupos Juveniles
"Entonces, diría que es importante que los jóvenes descubran la belleza de la fe, que es hermoso tener una orientación, que es hermoso tener un Dios amigo que nos sabe decir realmente las cosas esenciales de la vida." (S.S. Benedicto XVI, Discurso...


Vocaciones
"Por eso los jóvenes, están de nuevo totalmente abiertos a Cristo. Cristo no nos ha prometido una vida cómoda. Quien busca la comodidad, con Él se ha equivocado de camino. Él nos muestra la senda que lleva hacia las cosas grandes, hacia el bien, hacia...

http://www.lumendei.org

Fundadores
En este apartado te presentamos una breve síntesis biográfica del fundador de Lumen Dei, el Rvdo. P. Rodrigo Molina y de la cofundadora y primera Presidenta de la rama femenina, la Hna. Josefina Serrano. Esperamos que estas vidas ejemplares contribuyan a aumentar tu fervor y tu compromiso cristiano.




P. Rodrigo Molina, L.D.
Fundador y Presidente General de la Sociedad Familiar Eclesial Unión Lumen Dei El Padre Molina nació en Pravia (Asturias) el 23 de octubre de 1920. Entró en la Compañía de Jesús el 13 de septiembre de 1939. El 13 de julio de 1956...


Hna. Josefina Serrano, L.D.
Cofundadora y Primera Presidente General Adjunto del Sector Femenino de la Unión Lumen Dei Nació en Caracenilla (Cuenca, España) el 27 de mayo de 1948. A los 20 años conoció al P. Rodrigo Molina, quien acababa de incoar, en el Cuzco,...

2007/01/17

Músicas de Autoria de Ronaldo Alves



Cântico de Louvor


Ronaldo Alves


Ouvir a Palavra de Deus



Desperta em nosso interior

O chamado que Jesus nos fez

No ceio materno, dádiva de Deus, nosso Senhor.


Cantar a alegria da vida

Entoar um hino de louvor

Saldemos ao dom da vida

Vida que Deus nos presenteou (2x)


Os homens cantam na terra

Os Anjos cantam nos céus

Louvores e glórias a vida

Contemplada e abençoada por Deus


Saldemos ao Deus que nos ama

Que nos enche do seu puro amor

Louvemos Ao Criador de tudo

Ele é Deus, Nosso Mestre e Senhor.


Um hino será exaltado

Toda a terra canta também

As trombetas já ressoaram

Gloria a Deus no Céu e na terra também.

rkronaldo@gmail.com

rkronaldo@hotmail.com

Quem Canta Louva 2 vezes.



Adoremos

Ronaldo Alves


Vinde todos adoremos

Ao Senhor, que nos conduz.

Alegremos os nossos corações

Ele esta aqui, adoremos ao Senhor.


Adorai, ao Senhor.

Exultai, Seu Santo nome.

Ele esta aqui, no meio de nós.

Adorai, adorai, ao Senhor. (2x)


Vinde ó povo, cantando e contemplando a Deus.

Porque Ele esta aqui

Vamos fortes cantar, um louvor ao Senhor.

O Céu esta aqui.


Vinde, Santos dos Céus, cantar ao Senhor,

Vinde, Anjos dos Céus, entoar um louvor.

Vinde, homens da terra, trazer seu amor.

Adoremos, adoremos, ao Senhor.


Eu sei, que Ele esta aqui.

Eu, até já posso sentir!

Sua presença é sem igual,

Ele esta aqui, e veio para nos amar.

Ele esta aqui, e veio nos chamar.